Economia
A economia do Panamá está baseada em serviços, fortemente voltada para a atividade bancária, o comércio e o turismo. A entrega do Canal e das instalações militares dos EUA, em 31 de dezembro de 1999, deu um impulso ao desenvolvimento de novos projetos de construção. Além disso, tem levado a cabo reformas estruturais, tais como a reforma fiscal e a reforma do Seguro Social.
A força da economia do Panamá é evidente no meio empresarial e nos índices de emprego atuais. E isto ocorre num momento em que a expansão do Canal do Panamá esta em andamento, com a construção de um terceiro conjunto de eclusas, um projeto estimado em US$ 5,25 bilhões; a construção da primeira línea do Metro da Cidade do Panamá que começou no primeiro trimestre de 2011, investimento previsto de US$1,45 bilhões; no segundo trimestre de 2011 se deu inicio à construção de uma mina de cobre onde se prevê um investimento de US$4,32 bilhões. No sector da eletricidade ao longo dos próximos seis anos, deverão ser investidos US$4,4 bilhões, de acordo com um relatório publicado recentemente pela Autoridade de Serviços Públicos (ASEP). A Associação Panamenha de Hotéis (APATEL) estima um investimento hoteleiro de US$2,4 bilhões no período 2010-2012. Finalmente, o Governo pretende realizar investimentos públicos durante o período de 2010-2014 no valor de US$13,60 bilhões.
A Associação Panamenha de Hotéis (APATEL) estimou um investimento hoteleiro por US$2.387 milhões no período 2010-2012 pelo valor de US$13.6 milhões. O Governo pretende realizar investimentos públicos durante o periodo de 2010-2014 pelo valor de US$13.6 milhões. A economia do Panamá esta crescendo fortemente, embora ainda não a começado totalmente os megaprojetos.
A economia do Panamá esta crescendo fortemente, embora os mega-projetos ainda não tenham começado ou estejam em sua fase inicial. Ela cresceu 11.2% em 2007, 10.7% em 2008, 2.4% em 2009 e 6.7% em 2010. A expectativa de para 2011 é um crescimento de 9.5% e de duas cifras nos próximos anos. O PIB (Produto Interno Bruto – Poder de Compra Equivalente) em 2010 alcançou US$43,5 bilhões que, considerando uma população 3,400,000, significa um PIB per capita de US$12.700.
A moeda panamenha é o Balboa, cuja taxa de câmbio fixa tem paridade em relação ao dólar americano. Na prática, no entanto, o país está dolarizado; o Panamá cunha suas próprias moedas, mas utiliza o dólar americano como sua moeda de curso legal. O Panamá é um dos três países da região que dolarizaram suas economias, sendo os outros dois o Equador e El Salvador.
O alto nível do comércio panamenho é devido, em grande parte, à Zona Libre de Colón (ZLC), a maior zona franca comercial do Hemisfério Ocidental. Em 2010, a ZLC foi responsável por 92% das exportações panamenhas e 65% de suas importações, conforme uma análise de cifras realizada pela administração da ZLC e estimativas sobre o comércio panamenho da Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (CEPAL).
O Panamá tem apresentado um ótimo desempenho na área turística e tem obtido investimentos estrangeiros diretos como uma porcentagem do PIB em valores muito expressivos (um dos mais altos na América Latina).
Segundo a CEPAL, a inflação do Panamá, que é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), foi de 4.2% em 2007, 8.8% em 2008, 2.4% em 2009 e 3.5% em 2010.
As expectativas são de crescimento econômico continuo também auxiliado pela instalação de sedes regionais de prestigiosas multinacionais como 3M, Hewlett-Packard, Singapur Aerospace, Caterpillar, Procter & Gamble, BMW, entre outras.

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